O crescimento eminente da energia eólica

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A produção energética tem se tornado um dos principais focos do mundo moderno. Grande parte da energia utilizada vem de fontes não renováveis, como o petróleo, gás natural e carvão. Com os recentes períodos de seca que o Brasil tem passado, a necessidade de diversificação de suas fontes energéticas tem se tornado cada vez mais urgente.

Dentre as opções energéticas de fontes renováveis, podemos citar  a solar e a eólica provida pelo vento, que pode ser transformada em energia elétrica ou mecânica.

Em um mundo cada vez mais dependente da tecnologia, a energia elétrica se torna primordial para o crescimento, desta forma a energia eólica, por ser um recurso renovável, torna-se uma opção menos dispendiosa e poluente.

A queima de combustíveis fósseis tem trazido graves problemas ao meio ambiente, como: efeito estufa, chuva ácida, aquecimento global, dentre outros, interferindo assim, na produção de energia.

Visando minimizar o impacto ambiental e proteger o meio ambiente, a energia produzida pelos ventos é uma excelente opção, além disso, seus custos de implantação e manutenção diminuem no decorrer do tempo.

Mesmo sendo uma tecnologia inesgotável, sem emissão de poluentes e resíduos, seu impacto ambiental não é nulo. O movimento das pás causa certo ruído de aproximadamente 43 decibéis, com isso é necessário que as habitações estejam pelo menos, a 200 metros de distância.

Entre as principais vantagens da energia eólica, estão o baixo nível de manutenção e o rápido retorno do valor investido, que gira em torno de seis meses.

No Brasil, a primeira turbina de energia eólica foi instalada em Fernando de Noronha no ano de 1992 e, atualmente, conta com mais de 30 parques eólicos, localizados em sua maioria nas regiões Nordeste e Sul.

Segundo levantamento realizado pelo Atlas do Potencial Eólico Brasileiro, quase todo o território tem capacidade de produzir energia eólica, podendo gerar até 140GW (Gigawatts: unidade de potência correspondente à energia elétrica), principalmente entre os meses de junho a dezembro, em que os períodos de chuva são menores, gerando mais vento.